Empresa privatizada criada por ex-agentes da CIA atua como grupo mercenário no Iraque

julho 22, 2008

Por Carlos Eduardo

 

América Latina pode ser a próxima

 

Entrevista interessante com jornalista norte-americano sobre o poder paralelo instalado no Iraque. A ação de grupos mercenários privados tem o aval do governo Bush e possui ex-agentes da CIA como idealizadores. É uma espécie de nova cruzada implementada pelo governo Bush. Os grupos são uma espécie de milícias privatizadas.

 

A ação não se restringe ao Iraque. Até mesmo a Onu já utiliza a ação de grupos privados similares.

 

Segundo o jornalista, o mesmo grupo (Blackwater) que age no Iraque está cotado para implementar a tal “guerra contra o narcotráfico” na América Latina. O contrato seria de 15 bilhões de dólares pagos pelo governo norte-americano.

 

Assista a entrevista exibida no programa Milênio.


Sugestão para comunidade no Orkut:”Meu pai cancelou assinatura da VEJA”

julho 2, 2008

Por: Carlos Eduardo

 

O texto abaixo não traz nada revelador para os críticos da revista VEJA. No entanto consegue ser jocoso ao tratar com uma pitada de ironia o papel de alguns meios de comunicação em nosso país. Seu tema daria uma excelente comunidade no Orkut. Fica a sugestão!

 

A VEJA E O MEU PAI

Por Roberto Efrem Filho*

 

Hoje, dia 10 de junho do ano de 2008, foi o dia em que meu pai cancelou a renovação da Revista Veja. É bem verdade que há fatos históricos um tanto quanto mais importantes e você deve estar se perguntando “o que cargas d’água eu tenho a ver com isso?”. Não é nenhuma tomada de Constantinopla, queda da Bastilha ou vitória da Baia dos Porcos. É um ato de pequenas dimensões objetivas, realizado no espaço particular de uma família de classe média brasileira, sem relevantes conseqüências materiais para as finanças da Editora Abril, sem repercussões no latifúndio midiático nacional. A função deste texto, portanto, é a de provar que meu pai é um herói.

A Revista VEJA se diz assim: ”indispensável ao país que queremos ser”. Começa e termina com propagandas cujo público alvo é a classe média e, nela, claro, meu pai. Banco Bradesco, Hyundai, H. Stern. Pajero, Banco Real, Mizuno. Peugeot, Aracruz, Nokia. Por certo, a classe média  – inclusive meu pai – dificilmente terá acesso à grande parte dos bens expostos na vitrine de papel. Não importa. Mais do que o produto, a VEJA vende o anseio por seu consumo. Melhor: credita em seu público-alvo, a despeito de quaisquer probabilidades, a idéia de que ele, um dia, chegará lá.

Logo no comecinho, na terceira e quarta folhas, estão as páginas amarelas da Revista. Nelas, acham-se as entrevistas com personalidades tidas como renomadas e com muito a dizer ao país. Esta semana a VEJA apresenta as opiniões de Patrick Michaels (?), climatologista norte-americano que afirma a inexistência de motivos para temores com o aquecimento global. Na semana passada, deu-se voz ao “jovem herói” Yon Goicoechea (?), um “líder” estudantil venezuelano oposicionista de Chávez e defensor da tese de que a ideologia deve ser afastada para que a liberdade seja conquistada contra o regime “ditatorial” chavista.
Não. Não é que a VEJA não conheça o aumento dos níveis dos mares, dos números de casos de câncer de pele, do desmatamento da Amazônia, da escassez da água e dos recursos naturais como um todo e de suas conseqüências na produção mundial de alimentos. Sim, ela conhece. Não. Não é que ela não saiba que um estudante não representa sozinho o posicionamento democrático de uma nação e que um governo legitimamente eleito não pode ser chamado de totalitário. Sim, ela sabe. Do mesmo modo que conhece e sabe da existência de diferentes opiniões (ideológicas, como tudo) sobre ambosos assuntos e não as manifesta. Acontece que isso ela também vende: o silêncio sobre o que não é lucrativo pronunciar.

Do meio pro final da Revista estão os casos de corrupção. Esta é a parte do “que vergonha, meu filho, quando isso vai parar?” dito pelo meu pai, com decepção na voz. A VEJA desenvolve um movimento interessante de despolitização nesse debate. Ela veste o figurino do combatente primeiro da corrupção, aquele sujeito que desvendará as artimanhas, denunciará os ladrões e revelará “a” verdade, única, inabalável. Com isso, a VEJA confere centralidade à corrupção no debate político, transformando a política em caso de polícia e escondendo o fato de que o seu próprio exercício policialesco é inerentemente político.

No fim, “todo político é ladrão” – menos os do PSDB, claro, todos “intelectuais” -, “política não presta”, o que presta mesmo é a Revista VEJA.  A Revista é ainda permeada por textos de cronistas e colunistas. Estão, entre seus autores, Cláudio de Moura Castro, Lia Luft e Roberto Pompeu de Toledo. Todos dignos do título de “cidadão de bem”, conscientes e responsáveis. Evidentemente, todos de posicionamentos um tanto moralistas e um tanto conservadores. Difere-se deles Diogo Mainardi. Este, conhecido por chamar o Presidente da República de “minha anta” e por sua irreverência desrespeitosa e direitista, escancara a alma da VEJA. Mas não se engane. Não é Mainardi o perigo. São os outros.

Foram eles que meu pai um dia leu com respeito e é aquela auto-imagem que a VEJA quer – como tudo – vender. Sem dúvida a Revista VEJA é ainda mais que isso. Suas estratégias de persuasão vão muito além dos limites deste breve texto. Afinal, é ela a revista mais lida no país, parte significativa de um império da concentração do poder de informar. Seja nas suas “frases da semana”, nas quais há de costume as fotografias de uma mulher bonita dizendo bobagem e de um homem-autoridade falando coisa inteligente e importante, seja no fetiche da citação “eu li na VEJA”, faz-se ela um dos mais eficazes instrumentos de convencimento a favor da classe dominante.

Meu pai, por sua vez, é um trabalhador. Casado com Fátima, minha mãe, e pai também de Rafael, criou seus filhos com princípios que ele preserva como inalienáveis. Já votou no PT. Já votou no PSDB e mesmo no PFL (“porque foi o jeito, meu filho!”). Opõe-se a qualquer tipo de ditadura (conceito no qual incluía até pouco tempo o governo de Chávez: coisas da VEJA). Já se disse socialista, na juventude. É praticante da doutrina espírita desde menino. Discorda de mim em milhares de coisas. Concorda noutras. É um bom e sonhador homem com quem eu quero sempre parecer.

Hoje, ele cancelou a renovação da Revista VEJA, aquilo que para ele já foi seu meio de conhecimento do mundo, depois de chamar de “idiota” a entrevista daquele herói das páginas amarelas sobre o qual falei acima. Antes, havia criticado fortemente um artigo de Reinaldo Azevedo publicado na Revista, em que Azevedo falava atrocidades sobre Paulo Freire: “meu filho, veja que besteira esse homem está dizendo sobre Paulo Freire”. Hoje, ele operou uma mudança nesta realidade tão acostumada à perpetuação do estabelecido. Hoje, para o mundo, como em todos os dias da minha vida para mim, meu pai é um herói.

*Roberto Efrem Filho é mestrando em direito pela UFPE e filho de “Roberto Efrem”, a quem dedica este artigo

 


Governo oferece até avião em troca de aliança….

julho 1, 2008

 

Operação abafa e poder de sedução

Qualquer um sabe: PT e PSDB querem empurrar sua aliança informal para a prefeitura de BH, um acordo que brinca com a administração municipal em nome do fortalecimento de Minas para concorrer à presidência em 2010, e em troca desse apoio, quem sabe, não sobra um Palácio da Liberdade para quem colaborar…..

Para isso vale qualquer uma: esquecer convicções históricas, confundir máquina pública com iniciativa privada e empurrar ao eleitor candidatos sem expressão política nem experiência nas urnas, gente que nunca recebeu sequer um voto e só chegou ao primeiro escalão através e alianças, reuniões, reuniões, alianças e maquiagem nos gastos públicos. E o instrumento da propaganda eleitoral a seu serviço, já que cada aliança construída gera alguns segundos de tempo de rádio e televisão. Segundos preciosos, que fatalmente transformam o agradecimento pelo apoio em secretarias, gerências…

Bem, para construir um blocão na capital PT e PSDB vão minando, além dos próprios aliados históricos, os aliados dos outros: não é que para tirar o PV da jogada e ganhar seu apoio o governador não pode wer oferecido até avião ao presidente nacional do PV para assistir Brasil X Argentina no Mineirão? Mas, na edição seguinte, a colunista apressou-se a  divulgar uma nota da assessoria do governo desmentindo a história do tal avião….


Novo Formato, Velho Discurso

junho 11, 2008

    No dia 24 de março deste ano, o jornal mineiro “O Tempo” revelou-se diferente aos leitores. O impresso sofreu reformulação gráfica e editorial e ganhou o charme do formato tablóide. Decisão acertada, pois demonstra coragem dos editores em contrariar a cansativa austeridade dos tradicionais “jornalões”.

      Porém, algumas mudanças evidenciaram covardia. O destaque vai para a página de ciência e saúde, nomeado “Interessa” após a reforma. Significa que o “O Tempo” optou pelo clichê de espetucularizar a informação como premissa para atrair leitores, em vez de aperfeiçoar o discurso e produzir matérias qualificadas. Além disso, o espaço para a divulgação científica continuou reduzido (exemplo observado em diversos jornais brasileiros), o que contradiz a crescente evolução da ciência no século XXI.

      Cabe analisar a irresponsabilidade da escolha editorial. Ora, a ciência influi na vida do ser humano e por isso as pessoas, por meio de debate, devem participar do desenvolvimento científico. Já a mídia, capacitada em formar o senso comum (se lembrarmos Habermas, quando descreve o conceito de opinião pública), deve ser responsável por mediar a relação sociedade-ciência. Portanto, um jornal com a amplitude do “O Tempo” não pode isentar-se de promover esse diálogo.

      Mas se isenta. As notícias científicas veiculadas no impresso são apenas reproduções dos releases das agências internacionais. Isso compromete a produção dos “jornalistas da casa”, que por obedecerem ordens e lidarem com a velocidade da informação não têm cacife e tempo para alterar esse modelo. Assim, esses profissionais não contestam os dados recebidos das agências, como se o material ali publicado fosse intocável, um artefato humano nunca precedido de erro. É preciso de mais para ser jornalismo. Além disso, essa forma de produção desqualifica o trabalho dos cientistas brasileiros, que mal são consultados como fontes informativas. 
 

     Dialética da produção 

     A ciência é importante para sociedade, né. Então, Qual o motivo para o desprezo do jornal “O Tempo”, e também de outros impressos brasileiros, pelas notícias científicas? Falta de interesse público? Mas como um tema influente na vida da população não desperta interesse? A negligência dos periódicos na produção de conteúdo sobre ciência é contraditória. Para se ter idéia, o Ministério da Ciência e Tecnologia, em pesquisa realizada em 2007, comprova o mérito que a sociedade brasileira atribui aos avanços científicos. De acordo com a pesquisa – denominada “Percepção da Ciência e Tecnologia” -, 76% das pessoas se interessam por ciência e gostariam de receber mais informações sobre o tema. Além disso, 91% são atraídas por medicina e saúde e 90% pelo meio ambiente.

      Esses dados tornam incompreensível o retrocesso dos jornais brasileiros na produção de conteúdo científico. As empresas de comunicação, juntamente como o governo e a comunidade científica, deveriam investir na divulgação da ciência e incentivar a qualificação profissional dos jornalistas. Perceber que a inovação não pode prender-se ao formato, mas também transformar as características do discurso, este sim, produto fundamental do jornalismo.

     Alicia Ivanissevich, no texto “A mídia como intérprete”, publicado em 2005, aponta algumas razões para um maior empenho do governo e dos cientistas na divulgação da ciência. Razões que também fazem parte do papel das empresas comunicacionais. A autora argumenta: “Primeiro, acredita-se que uma população alfabetizada em ciência seria essencial para formar uma força de trabalho especializada e mais bem treinada, o que resultaria em maior prosperidade para a nação. Um melhor entendimento da ciência teria também repercussões diretas no dia-a-dia dos indivíduos, como o maior cuidado com a própria saúde” (…). Sim, é preciso lembrar que os jornais também têm a obrigação de educar e produzir conteúdo com responsabilidade social.  
 

Ciência versus Jornalismo 

     Há quem leia este artigo e questione por que não enfatizei a conflituosa relação entre cientistas e jornalistas. Realmente existem paradoxos, há muito discutidos por autores que versam sobre ciência. Como exemplos temos a velocidade do jornalismo versus o demasiado tempo de estudo para concluir um projeto científico; a tradicional arrogância dos cientistas e a dificuldade de apuração – que é agravada pela desqualificação profissional dos jornalistas; ou a exatidão dos termos de ciência em contrapartida à simplicidade das reportagens do jornal.  

     No entanto, chega de bater nesta relação e tentar criar paradigmas a ela. É necessário rememorar que a posição editorial de um jornal é determinada por uma empresa capitalista, e esta tem poder para coordenar os modos de produção. Esta, assim como os jornalistas que lhe fazem funcionar, também deve compreender a relevância da mídia na divulgação científica.        

 

 


Mídia hegemônica utiliza discurso do movimento dos trabalhadores para confundir telespectador

maio 30, 2008

Manifestantes em frente ao Palácio da Liberdade

 

 

Veja no vídeo abaixo como o telejornal de TV mineira tratou as manifestações realizadas no dia 28 de maio e confundiu propositalmente as propostas das reduções de jornada em Minas e no Brasil.

Clique e veja

 

 

Para entender o caso

Acontece em todo o Brasil uma campanha pela redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas. Segundo o estudo levantado pelo DIEESE, respeitado orgão de pesquisas, a redução dessas quatro horas sem redução de salários geraria mais de 2,2 milhões de novos empregos com impactos mínimos na folha de pagamento.

 

Em Minas, um projeto de lei que autoriza o reajuste para os funcionários públicos da Saúde recebeu uma emenda do governo que aumenta de 30 para 40 horas a jornada de trabalho da enfermagem da Fhemig. Alegando contrariedade com a proposta que avança nacionalmente, entidades representativas dos trabalhadores da saúde de MG aderiram a campanha nacional e fizeram da situação da enfermagem da Fhemig o carro-chefe das manifestações em MG.

 

Em matéria divulgada em telejornal, a reportagem utiliza o discurso dos manifestantes para confundir as propostas. Vale a pena conferir.

Clique e veja.

 


O avião que os canais de notícia derrubaram em SP

maio 23, 2008

Na última terça, (20), um incêndio destruiu parte de um prédio comercial na zona Sul de São Paulo. Com os trabalhos dos bombeiros para apagar as chamas, o trânsito ficou lento e logo refletiu em toda a cidade, causando mais um congestionamento recorde.  Mas quem virou notícia foi a própria imprensa: por causa da fumaça causada, alguns portais e canais de TV chegaram a noticiar que um avião era responsável pelo acidente. Sim, veículo que é pautado por outro, sem checagem coerente, divulga isso: viu fumaça, caiu avião caiu na cidade.  Resquícios da invenção do caos aéreo, talvez.

 

Puxados pela Globo News, que chegou a afirmar que o avião seria da companhia Pantanal, Terra, Uol, Folha, Estadão e IG noticiaram o acidente sem qualquer fonte segura, apenas porque o concorrente também o fez. E, em seguida, a CNN já retransmitia a informação. Sem nenhuma consulta à Infraero, que logo desmentiu a queda, fazendo com que todos retirassem seus vídeos do ar e se apressassem a produzir retratações.

 

O avião que não caiu é só mais um exemplo que nos faz refletir sobre o papel do jornalista nestes tempos de notícias instantâneas. Colocar uma imagem exclusiva na rede não é muito difícil. Basta ser testemunha ocular de um fato e ter uma câmera a postos. Mas casos assim nos fazem pensar para que serve um jornalista: checar o que é recebido, e não apenas retransmitir o que está no ar. Construir a notícia não quer dizer inventá-la, mas se preocupar em divulgar informações com credibilidade e assumir seu recorte.

 

E a mente fértil de quem citou até a companhia aérea do avião que nunca passou por ali?????

 

 

 

 


DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO

abril 30, 2008

 

Abertas as inscrições para o I Fórum de Mídia Livre

Estão abertas as inscrições para o I Fórum de Mídia Livre, que ocorrerá no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de junho. O evento é parte de uma ampla mobilização de jornalistas, professores, estudantes e ativistas pela democratização da comunicação em defesa da diversidade informativa e da garantia de amplo direito à comunicação.

RIO DE JANEIRO – A mobilização para o fórum começou em uma reunião em São Paulo envolvendo 42 jornalistas, estudantes, professores ou pessoas atuantes na área das comunicações, de diferentes regiões do Brasil. Entre outras questões, discutiu-se o avanço do movimento de comunicação da mídia livre em todo o país, de modo a fazer frente aos grupos conservadores que concentram as atividades da comunicação social no Brasil.

O setor de comunicação, segundo o manifesto em construção disponível no site do Fórum de Mídia Livre, “não reflete os avanços que ao longo dos últimos trinta anos a sociedade brasileira garantiu em outras áreas. Isso impede que o país cresça democraticamente e se torne socialmente mais justo”. E continua: “A democracia brasileira precisa de maior diversidade informativa e de amplo direito à comunicação. Para que isso se torne realidade, é necessário modificar a lógica que impera no setor e que privilegia os interesses dos grandes grupos econômicos (…)”.

Um dos objetivos, ainda segundo o texto, é a democratização das verbas públicas, apoiando que “as verbas de publicidade e propaganda sejam distribuídas levando em consideração toda a ampla gama de veículos de informação e a diversidade de sua natureza; que os critérios de distribuição sejam mais amplos, públicos e justos, para além da lógica do mercado; e que ao mesmo tempo o poder público garanta espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas rádios públicas, nas suas sinopses e meios semelhantes”. O documento está disponível no site do evento

Antes mesmo do evento no Rio de Janeiro, o movimento social de comunicação já está se mobilizando em oito cidades: Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Fortaleza, Recife, Aracaju e Salvador. Os primeiros relatos já estão disponíveis no site. O próprio evento é um importante passo na discussão e deliberação sobre os rumos do movimento social de comunicação.

Programação
O I Fórum de Mídia Livre acontecerá dias 14 e 15 de junho de 2008 (sábado e domingo), das 9h às 17h (com pausas entre os debates e grupos de trabalho). Será realizado no campus da UFRJ da Praia Vermelha, no Auditório Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura (FCC) e salas anexas. Endereço: Avenida Pasteur, 250 – Praia Vermelha. O Auditório Pedro Calmon fica no segundo andar do FCC. Confira em breve no site do evento a programação completa do evento.

Inscrições
A participação no I Fórum de Mídia Livre é aberta e a inscrição é obrigatória. Os participantes podem também se informar sobre os pré-encontros em suas respectivas cidades. O custo individual da inscrição é de R$15 (quinze reais) para o público em geral e R$5 (cinco reais) para estudantes, pagos no dia do evento, junto à secretaria executiva do evento. A secretaria executiva do evento emitirá um certificado de participação para os que compareceram nos dois dias de evento.

A inscrição no I Fórum de Mídia Livre não garante, por ora, o transporte, estadia e alimentação dos inscritos, que no entanto estão sendo negociados. Inscreva-se já e participe dos debates.